Para leitor, é capaz que Congresso espere eleições no Senado e na Câmara para fazer algo sobre a Abin – 12/12/2020 – Painel do Leitor

Abin, a serviço de quem?

Abin fez relatórios para defender Flávio Bolsonaro , diz revista; agência nega” (Poder, 12/12). A ação de órgão de governo (Abin) para interferir em órgão de Estado (Receita Federal) é grave por ferir a Constituição. Obter dados para orientar a defesa do filho em processo é gravíssimo. E o país ainda terá que esperar as eleições dos presidentes da Câmara e do Senado antes de os políticos decidirem o que fazer, dependendo para que lado sopra o vento e para onde levar o navio sem rumo, cujo comandante nega a previsão meteorológica e não quer aportar em segurança.
Luiz Roberto Da Costa Jr. (Campinas, SP)

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Sujou, agora ficou difícil para o governo justificar toda essa maracutaia. Isso é muito grave, porque envolve o nome do presidente. Cada dia nova denúncia. Até onde o Congresso vai esconder essa sujeira embaixo do tapete? Alguém mente, e o país precisa saber quem é.
Guilherme Torres Godoy (Paranaíba, MS)

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A cada enxadada, uma minhoca. Tem de tudo no governo. É a casa da mãe Joana. Instituições outrora respeitadas estão virando Geni.
Luiz Antonio (Florianópolis, SC)

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Bolsonaro, em 2018, disse que ia acabar com a Venezuela. Bolsonaro 2020 copia Hugo Chávez. Aparelha seu governo para defesa própria, de sua família e de amigos milicianos.
Niemeyer Franco (São Mateus, ES)

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Já que Rodrigo Maia não vai mais ser presidente da Câmara, por que ele não aproveita o finzinho do mandato para botar em pauta os trocentos pedidos de impeachment do Bolsonaro? Poderia ao menos abrir CPI para perguntar por que Fabrício Queiroz depositou R$ 89 mil na conta de Michelle Bolsonaro.
Maria Luiza de Oliveira (Campinas, SP)

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A Folha insiste em usar “rachadinha”. Sejamos claros: é pe-cu-la-to.
Daniel Alvares (São Paulo, SP)


Wal do Açaí

Impressionante como sociedade e imprensa vão naturalizando a calhordice e embotando a revolta. Governos já caíram aqui e no mundo por muito menos (“Bolsonaro visita Wal do Açaí, sua ex-funcionária fantasma, em Angra”, Poder, 12/12).
Fagner Torres de França (Natal, RN)

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Trabalhar, que é bom, nem pensar.
Ricardo Campos (Mossoró, RN)

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Que esforço para a Wal não delatar!
Francisco Barbosa (Guarapuava, PR)


O custo da vacina

A prioridade de qualquer governo sério é a vida de seus cidadãos, mas, como se trata de Jair Bolsonaro e Paulo Guedes, as prioridades serão sempre os lucros da nossa elite escravocrata (“Vacinação em massa contra Covid-19 deve custar R$ 20 bilhões, diz Guedes”, Saúde, 11/12).
Ana Ferraz (Vitória, ES)

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Já deveriam ter agilizado esse orçamento, compra de seringas, logística de vacinação para as vacinas disponíveis há muito tempo. O Brasil, como sempre, atrasado (“Após 9 meses, governo prevê vacinar toda a população”, Saúde, 12/12)
Matheus Felipe da Silva (Londrina, PR)

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Guedes tirou de onde R$ 20 bilhões?
Daniel Alvares (Suzano, SP)

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Esse fala qualquer besteira. Custe o que custar, vidas não têm preço. E o dinheiro é nosso. O estado não produz nada, ao contrário, é um parasita que só gasta —e mal (“Guedes vê principais reformas chegarem ao final do ano sem avançar e sai em férias”, Mercado, 12/12).
Fernando Jorge (São Paulo, SP)


A pornografia e o crime

Pornhub dissemina imagens de pornografia infantil e de estupros” (Mundo, 12/12). São 4 bilhões de acessos, o que mostra que, além do que estupra, dos que expõem crianças em situações degradantes como as citadas no texto e do site que lucra com esse absurdo, temos bilhões de pessoas que satisfazem seus mais vis instintos sexuais com as desgraças dos outros. Isso mostra o nível da miséria humana a que chegamos.
Rogerio Soares (São Paulo, SP)

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Uma medida possível, não a única, seria só permitir download de material que fosse revisado. Além de exigir que os critérios de revisão fossem bons o suficiente para a Justiça poder responsabilizar a empresa pela decisão de permitir o download.
Edilson Borges (Rio de Janeiro, RJ)


As faces de João Doria

Texto irretocável (“O Doria da vacina contrasta com dois outros Dorias, insensíveis ao interesse público”, Demétrio Magnoli, Poder, 12/12). Não se nega o oportunismo de Doria. Apesar de todas as minhas restrições ao governador de SP, ele vem conduzindo satisfatoriamente a crise sanitária. Contudo são inaceitáveis a demora no retorno às aulas e a letalidade da polícia de São Paulo, com práticas enraizadas no “atirar para matar”.
Rodrigo Naftal (São Paulo, SP)

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Quando o discurso político foi totalmente honesto? O professor Demétrio poderia citar algum exemplo doméstico?
Mauro Tadeu Almeida Moraes (São Paulo, SP)

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A coluna se esqueceu de informar que, desde 8 de setembro, as escolas estaduais do interior de SP reabriram com atividades de reforço e acolhimento emocional. O missivista também não informou que o governo de SP já havia autorizado a retomada de aulas para o ensino médio em 7 de outubro e, para o fundamental em 3 de novembro, sempre seguindo recomendações do Centro de Contingência.
Ronaldo Tenório, assessor de imprensa da Seduc-SP (São Paulo, SP)


Isenção para armas
“Guedes diz que isenção para armas no meio da pandemia causou ‘interpretações infelizes’” (Cotidiano, 11/12). Ora, ministro, desculpe a minha interpretação “infeliz” do fato. Pensei que o governo estava dando mais importância para que os brasileiros possam comprar seus revólveres do que para que possam ser vacinados!
Mônica Casarin Fernandes Elsen (Armação dos Búzios, RJ)

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A medida é muito coerente com a filosofia do governo que está aí.
José Caldas da Costa (Vila Velha, ES)

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É difícil de acreditar que uma pessoa considere que tirar taxas de importação de arroz e de armas é a mesma coisa. Ah, essa pessoa é ministro deste governo? Tá explicado então.
Maurizio Ferrante (São Carlos, SP)


Campos Machado

“Após 30 anos, Campos Machado troca PTB por Avante e chama Jefferson de ditador” (Painel). Que ninguém caia na ladainha de não se lembrar do antigo e achar que é novo. Avante se chamava PTdoB, dissidência do PTB. São todos farinha do mesmo saco fazendo as mesmas coisas há décadas, com disputas mesquinhas que nada têm relação com necessidades da população.
Fernando Candido de Oliveira Filho (Campinas, SP)




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